
Qual é o propósito humano?
Existir e depois desaparecer?
Ainda não encontrei respostas à altura dessas perguntas.
Ainda não me encontrei.
Eu não me vejo em fotos, televisões e paisagens. Não me encontro aqui.
Sinto minha existência atual como o vento: transparente, efêmero e vazio.
Vento esse que carrega tudo e parece não levar nada
Quase duas décadas de vida.
Quase duas décadas...
Que parecem apenas alguns dias.
Não acredito que minha vida seja completamente vazia, pelo contrário ela é muito cheia...
Mas esse conteúdo é muito transcendente para estar preso a essa matéria.
Estou pairando no ápice da consciência e acho que isso me confunde, pois tudo é o próprio porque e a própria razão.
Minhas maiores indagações são sobre eu mesma, o mundo exterior já perdeu a graça, o racionalismo tomou conta.
Estou vivendo na era das luzes...
Mas ela já acabou.
Assim como meu racionalismo um dia também acabará.
Isso me lembra Rousseau e sua brilhante forma de ver o mundo.
Talvez sua teoria explique minha tristeza...
Vivemos na sociedade Voltaireana, por isso os pobres estão sendo esquecidos.
Não existe lugar para eles nesse “capitalismo” decadente, mas existe um lugar para eles dentro de mim.
Esse é um dos meus únicos sentidos de vida.
Ajudar, Lutar e Igualar esse mundo.
E é isso que me dá alguma motivação, se não fosse por esse sentimento eu faria filosofia e viveria na transcendência das letras e idéias até o fechar dos olhos.
Mas já abdiquei dos meus prazeres há muito tempo, no momento em que me inscrevi em direito.
Minha vida não será Nietzsche e nem Sócrates, ela será algo maior, algo parecido com África.
Talvez eu queira ir morar lá porque algum propósito maior me move, ou porque eu queira morrer cedo, ou talvez porque a esperança me inunda.
Demorarei um bom tempo para descobrir tais respostas.
Tudo é uma controvérsia...
Como posso viver no realismo e ser levada pelo coração?
Já que minha vida não será Sócrates posso ao menos utilizar sua filosofia.
“Só sei que nada sei.”
E assim será...
Até o próximo segundo pelo menos.
Já os outros... Ah os outros...
Só o tempo dirá.
Existir e depois desaparecer?
Ainda não encontrei respostas à altura dessas perguntas.
Ainda não me encontrei.
Eu não me vejo em fotos, televisões e paisagens. Não me encontro aqui.
Sinto minha existência atual como o vento: transparente, efêmero e vazio.
Vento esse que carrega tudo e parece não levar nada
Quase duas décadas de vida.
Quase duas décadas...
Que parecem apenas alguns dias.
Não acredito que minha vida seja completamente vazia, pelo contrário ela é muito cheia...
Mas esse conteúdo é muito transcendente para estar preso a essa matéria.
Estou pairando no ápice da consciência e acho que isso me confunde, pois tudo é o próprio porque e a própria razão.
Minhas maiores indagações são sobre eu mesma, o mundo exterior já perdeu a graça, o racionalismo tomou conta.
Estou vivendo na era das luzes...
Mas ela já acabou.
Assim como meu racionalismo um dia também acabará.
Isso me lembra Rousseau e sua brilhante forma de ver o mundo.
Talvez sua teoria explique minha tristeza...
Vivemos na sociedade Voltaireana, por isso os pobres estão sendo esquecidos.
Não existe lugar para eles nesse “capitalismo” decadente, mas existe um lugar para eles dentro de mim.
Esse é um dos meus únicos sentidos de vida.
Ajudar, Lutar e Igualar esse mundo.
E é isso que me dá alguma motivação, se não fosse por esse sentimento eu faria filosofia e viveria na transcendência das letras e idéias até o fechar dos olhos.
Mas já abdiquei dos meus prazeres há muito tempo, no momento em que me inscrevi em direito.
Minha vida não será Nietzsche e nem Sócrates, ela será algo maior, algo parecido com África.
Talvez eu queira ir morar lá porque algum propósito maior me move, ou porque eu queira morrer cedo, ou talvez porque a esperança me inunda.
Demorarei um bom tempo para descobrir tais respostas.
Tudo é uma controvérsia...
Como posso viver no realismo e ser levada pelo coração?
Já que minha vida não será Sócrates posso ao menos utilizar sua filosofia.
“Só sei que nada sei.”
E assim será...
Até o próximo segundo pelo menos.
Já os outros... Ah os outros...
Só o tempo dirá.





