quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
Liturgia das Horas
Como aguentar essa dor que lacera o meu peito e faz doer a minha alma?
Como aguentar as lamúrias do coração na liturgia das horas de sofrimento?
Como?
A dor que palpita nessa hora, é a mesma que a meses teima em dizer não, não e não.
A negação dos que amam e não querem ver, não querem sentir. Só querem fechar os olhos e esquecer.
Mas como?
As palavras proferidas querem e lutam para serem acreditadas.
O coração diz que sim.
A razão diz que não.
Em todos esses momentos ressoa na mente: A dor é inevitável. E o sofrimento é opcional.
Mas e quando a dor é permanente nas horas? Quando doi por mais de 24 horas, o que fazer?
É a dor que doi como o barulho do relógio, a cada hora que bate nele em seu aparelho, bate no coração.
E a cada dia que ressurge na alvorada, faz lembrar que é verdade, e que você não acordou de um pesadelo, mas essa é a sua vida e o presente momento em que está vivendo.
As horas vão passando e continua a doer, e continua a doer...
sábado, 21 de dezembro de 2013
Sonhos de Deus
”Se quisermos conhecer o sonho de
Deus a respeito de nós mesmos, é útil meditarmos sobre o sonho de Deus que se
tornou ser humano em Jesus Cristo. Ao observarmos como a pessoa Jesus viveu,
como falou, pensou e agiu, descobrimos nossas próprias possibilidades. Ao mesmo
tempo devemos, porém, escutar em nós mesmos e sentir onde surge uma ressonância
em nós. Onde estamos em paz conosco mesmos, onde algo floresce em nós, onde
alguma coisa fica cheia de vida, ali estamos em contato com o sonho de Deus a
respeito de nós”. (Sonhos de vida –
Anselm Grun).
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Loreena Mckennitt
Bom, se você ainda não conhece, ela é uma cantora canadense que compõe, toca (harpa, piano e acordeão) e canta músicas no estilo New Age. Mas antes de você achar que ela é igual a Enya, eu posso afirmar que não tem muito a ver. Ela se baseia na cultura celta para criar suas músicas, as quais muitas se referem as lendas Arthurianas e utiliza diversos intrumentos, grande parte deles orientais para dar um ar épico nas canções. Sem falar nas letras, são absolutamente poéticas. Quem puder confira o video abaixo, e se puder depois procure os outros videos de The Night from The Alhambra. No wikipédia tem uma breve biografia dela.
domingo, 16 de dezembro de 2012
Na janela em que te vejo
Olho pela janela
E vejo tua expressão desiludida
Olhos cansados
Rosto amargurado
E cabelos escassos
O que fizestes da tua vida?
Com certeza não é quem sonhou em ser
Há vinte anos atrás
Tua juventude ficou
E o relógio que uma vez andou
Já não te favorece mais
Mas por fim entendeste
Que o que te faz ser é o presente
E as más escolhas que fizestes
Não te rejuvenecem
Só te deixam espaço para entender
Que a vida só é escassa
Para quem deixou de viver
Foto: autor desconhecido
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A você
Quanto tempo...
Ando pensando muito em escrever
Em voltar
Mas como?
Não sei...
Só sei que comigo não funciona de fora para dentro
Não funciona com um dicionário
Com uma gramática ao lado
Só funciona sentindo
Todos os dias vivenciamos experiências incríveis, únicas
Como os nossos sonhos
Mas não escrevemos no papel
Fica guardado no nosso espírito
Escrito em nossa alma
Sinto que tenho um livro infinito dentro de mim
Em um infinito de emoções
Que na maioria das vezes são postas de lado
Pela correria e mecânica do dia-a-dia
Mas e o papel como fica?
Em branco, isolado?
Não, não
O papel tem que ser pintado
Por uma imensidão de cores
Dispostas de todas as formas
Assim preciso ser, como um quadro
Esperando a próxima pincelada
Se transformando a cada cor nova
Se tornando algo inexplicável
Assim eu me sinto agora
E graças a você, amigo desconhecido
Que por um comentário me fez ver que posso ser mais
Que não estou só nesse Infinito do Ser
A você o meu mais sincero Obrigada.
Ando pensando muito em escrever
Em voltar
Mas como?
Não sei...
Só sei que comigo não funciona de fora para dentro
Não funciona com um dicionário
Com uma gramática ao lado
Só funciona sentindo
Todos os dias vivenciamos experiências incríveis, únicas
Como os nossos sonhos
Mas não escrevemos no papel
Fica guardado no nosso espírito
Escrito em nossa alma
Sinto que tenho um livro infinito dentro de mim
Em um infinito de emoções
Que na maioria das vezes são postas de lado
Pela correria e mecânica do dia-a-dia
Mas e o papel como fica?
Em branco, isolado?
Não, não
O papel tem que ser pintado
Por uma imensidão de cores
Dispostas de todas as formas
Assim preciso ser, como um quadro
Esperando a próxima pincelada
Se transformando a cada cor nova
Se tornando algo inexplicável
Assim eu me sinto agora
E graças a você, amigo desconhecido
Que por um comentário me fez ver que posso ser mais
Que não estou só nesse Infinito do Ser
A você o meu mais sincero Obrigada.
terça-feira, 23 de março de 2010
Navegando no Aqueronte
O que pensar de nós, do mundo?
Tantos espaços, retratos e letras
Que ficam esquecidos no passado
O que pensar do Eu?
As memórias inesquecíveis, as dores do amargor
Isso poderia ser riscado
Levado pelo vento ao mundo do esquecimento
Lugar das lembranças tendenciosas
Que continuam perpétuas em nossa mente
As lembranças são levadas pela barca de Caronte
E quando se chega ao destino
Não nos despedimos, ficamos mudos
Sem pensamentos incessantes
Tudo fica escuro
Sem som, sem barulho
Será a Paz?
Apagar pensamentos que não enfrentamos
Dizer adeus ao que incomoda
Trará a Paz?
A vida como o filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças
E sem coragem
Controlar o pensamento
Viver o sentimento
Deixando ele ir embora por si só
É olhando para a barca de Caronte
Que dou Adeus ao que não quero pensar mais
Tantos espaços, retratos e letras
Que ficam esquecidos no passado
O que pensar do Eu?
As memórias inesquecíveis, as dores do amargor
Isso poderia ser riscado
Levado pelo vento ao mundo do esquecimento
Lugar das lembranças tendenciosas
Que continuam perpétuas em nossa mente
As lembranças são levadas pela barca de Caronte
E quando se chega ao destino
Não nos despedimos, ficamos mudos
Sem pensamentos incessantes
Tudo fica escuro
Sem som, sem barulho
Será a Paz?
Apagar pensamentos que não enfrentamos
Dizer adeus ao que incomoda
Trará a Paz?
A vida como o filme Brilho eterno de uma mente sem lembranças
E sem coragem
Controlar o pensamento
Viver o sentimento
Deixando ele ir embora por si só
É olhando para a barca de Caronte
Que dou Adeus ao que não quero pensar mais
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Sou Amanhã
Como eu a minha vida se refaz incessantemente
Caem tijolos, flores são plantadas e escrevo mais uma página
Como eu sou incansável
Tijolos novos são colocados, flores são regadas e as páginas formam um livro
A vida segue nesse ritmo por um tempo
Vou mudando a cada estação
Me construo, reconstruo, cato meus cacos
Planejo comprar mais tijolos,
Fazer um arrumado
Planejo publicar livros,
Com as histórias dos meus sonhos
Planejo fazer uma horta no jardim,
Para preparar receitas com seus frutos
Quero ser uma metamorfose
Que nem Raul e a borboleta pousada em minha janela
Quero, Planejo, Vou
Ser Amanhã
A futura poesia, o próximo lápis que risca o papel
O nome gravado em brasa no peito
Sou, Fui, Serei
Em breves linhas e novos retratos
Sou o futuro texto do seu papel riscado
Caem tijolos, flores são plantadas e escrevo mais uma página
Como eu sou incansável
Tijolos novos são colocados, flores são regadas e as páginas formam um livro
A vida segue nesse ritmo por um tempo
Vou mudando a cada estação
Me construo, reconstruo, cato meus cacos
Planejo comprar mais tijolos,
Fazer um arrumado
Planejo publicar livros,
Com as histórias dos meus sonhos
Planejo fazer uma horta no jardim,
Para preparar receitas com seus frutos
Quero ser uma metamorfose
Que nem Raul e a borboleta pousada em minha janela
Quero, Planejo, Vou
Ser Amanhã
A futura poesia, o próximo lápis que risca o papel
O nome gravado em brasa no peito
Sou, Fui, Serei
Em breves linhas e novos retratos
Sou o futuro texto do seu papel riscado
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